Campeonato Distrital Divisão Honra 2017/2018

Campeonato Distrital Divisão Honra 2017/2018

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Calendário IV Eliminatória - Taça de Portugal



18-01-2014

16H Póvoa Futsal 1x2 Veiros
16H (AF Viana do Castelo) Deucriste 1x7 Ourentã
Marcadoras Ourentã: Isa (2), Pisca (2), Adriana Valente, Juliana, Sílvia 
17H Machados 1x6 Caranguejeira
18H Univ. Évora 3x2 Arneiros
18H Novasemente 3x1 Diogo Cão
18:30H Golpilheira 1x5 Jovem Mogege
19H Fazendense 4X6 Estrelas do Feijó 
19H Santa Iria 2x3 Padernense
19:15H FC Vermoim 2x1 Louriçal

19-01-2014
16H  Nun'Álvares 0X9 Benfica
16H S. Salvador do Campo 0x8 Quinta dos Lombos
16:30H Vitória de Santarém 3X5 Santa Luzia 
17H Juventude S. Pedro 1X11 Reatauradores Avintenses 
17:30H Leões PS 6X4 CD Fátima (AP)
18H Sporting 4X4 Escola de Gondomar
Penalties: 12-11
18H Ossela 2x1 Canidelo




quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Entrevista à atleta Mónica Marques (Conimbricense)




DNA

Nome: Mónica Patrícia Cardoso Marques

Clubes: Grupo Juvenil São Tomé (2000-2001/ 2001-2002/2002-2003), Grupo Recreativo Vilaverdense (2003-2004), Sport Clube Conimbricense (2011-2012/2012-2013/2013-2014)


Palmarés: Grupo Juvenil São Tomé - Taça Encerramento 2000-2001



ARCA: Como surgiu o gosto pelo futsal?
Mónica Marques: Sempre fui um bocadinho Maria Rapaz e sempre gostei muito de desporto, provavelmente por influência dos meus primos. Primeiro foi o basquetebol ao nível do desporto escolar durante o ciclo, depois ao mudar de escola abandonei o basquetebol e decidi ir jogar futsal. Na base desta decisão estava a proximidade do clube Grupo Juvenil São Tomé da aldeia onde vivia, para muitos este nome pode não dizer nada, mas quem anda no futsal à muito tempo conhece o clube, infelizmente já não está no activo nesta modalidade.
Quando vim estudar para Coimbra abandonei a modalidade, mas o bichinho do futsal ficou, até que em 2011 decidi voltar a praticar esta modalidade apaixonante.

ARCA: Que percurso efectuas-te no futsal até aos dias de hoje?
Mónica Marques: Como já referi comecei a dar os primeiros passos no mundo do futsal no Grupo Juvenil São Tomé ainda em adolescente, depois passei pelo Grupo Recreativo Vilaverdense. 
Actualmente encontro-me no Sport Clube Conimbricense, um projecto onde estão envolvidas pessoas fantásticas e com muita vontade de crescer.

ARCA: Há quantos anos praticas esta modalidade?
Mónica Marques: Numa primeira fase estive no futsal federado durante 4 anos. Após um período de interregno voltei ao futsal a cerca de 3 anos.

Conimbricense 2013/2014


ARCA: O que te levou a escolher esta modalidade?
Primeiro foi por ser a única oferta desportiva que existia na aldeia onde vivia, posteriormente foi o gosto pela modalidade e o desafio de abraçar este projecto.

ARCA: Quais são os teus objectivos nesta modalidade?
Mónica Marques: Evoluir enquanto atleta e consequentemente crescer enquanto pessoa, trabalhando sempre para poder ajudar as minhas companheiras e a equipa a crescer atingindo assim, os objectivos desejados, quer esteja dentro ou fora de campo.

ARCA: Qual a tua opinião sobre o Campeonato Distrital da AFC?
Mónica Marques: As coisas mudaram muito nos últimos anos, neste momento temos um campeonato onde em quase todas as jornadas existem surpresas, tirando algumas equipas que se destacam, tais como o Santa Clara ou um Serpins, nenhum resultado é certo. 
Estamos perante um campeonato com excelentes atletas e onde vão surgindo novos talentos.

Conimbricense 2013/2014


ARCA: O que tens a dizer sobre a realização do Torneio Inter-Associações e o 1º Campeonato Nacional?
Mónica Marques: O torneio Inter-Asssociações e o Campeonato Nacional permite ver o que de melhor existe ao nível nacional, levando ao crescimento das atletas e das próprias equipas, sendo este tipo de iniciativas uma mais valia neste mundo, elevando assim os níveis competitivos e dando a conhecer cada vez mais a modalidade.

ARCA: Como vês o futsal feminino em Portugal?
Mónica Marques: Nos últimos anos tem existido uma aposta muito grande na modalidade, quer ao nível feminino quer ao nível masculino, mas todos temos a noção que o investimento no futsal tem que continuar a crescer. Tem que existir investimento nos escalões de formação. Falta oferta ao nível do futsal para os mais novos, temos que inverter esta situação, mesmo assim, temos excelentes atletas femininas ao nível distrital e nacional, atletas que têm dado um excelente contributo para a imagem que o país vai construindo sobre a modalidade.

ARCA: Por fim gostarias de deixar algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal Feminino em Coimbra?
Mónica Marques: Em primeiro lugar quero felicitar o blog e quem está por detrás dele pelo excelente trabalho que tem feito e pelo contributo que tem dado na divulgação do futsal feminino quer ao nível distrital quer ao nível nacional.
Continuem a acreditar e a vibrar com o futsal, não permitam que as barreiras que encontram no caminho sejam um motivo para deixarem de viver a paixão por esta modalidade.









Em nome do Blog ARCA - FUTSAL FEMININO EM COIMBRA queremos agradecer-lhe por se ter encontrado disponível para dar o seu contributo em prol do Futsal Feminino, em particular ao praticado no Distrito de Coimbra

Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos

19ª Jornada - Divisão de Honra -> Futsal Feminino


18-01-2014


16:00  SC Ribeirense 2-5 AC Vilarinho
Marcadoras Ribeirense: Dalila Dinis , Fátima Carvalho
Marcadoras Vilarinho: Vanessa (2) , Ângela , Tifani , Rute


16:00  UC  Chelo 1-0 CDR Penelense
Marcadora Chelo: Inês Silva

16:00  SC Conimbricense 3-4 CF Santa Clara
Marcadoras Conimbricense: Olga (2) , Ana Castro
Marcadoras Santa Clara: Mariana R (2) , Joana S , Camila


16:00  Granja Ulmeiro 1-10 AD  Serpinense
Marcadora Granja: Cátia Berardo
Marcadoras Serpinense: Li Carvalho (3) , Diana (2) , Mafalda , Cristina , Maria João , Sofia , Liane

17:00  GR Casal 0-3 CA Gândaras
Marcadoras Gândaras: Mónica (2) , Ana Soares



19:00  AJED Tocha 2-1 Académica Coimbra/ SF 
Marcadoras Tocha: Juka , Tanusca
Marcadora Académica: Rita Almeida



Folga:   GD Tabuense 














terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Entrevista à atleta Rita Almeida (Académica/SF)





DNA

Nome: Rita Nazaré Inez Almeida

Clubes:

Núcleo sportinguista de Rio Maior- FootEscola (98-2003) - Futebol 7 Misto

Alcobertas Futebol clube (2003-2007) - Futsal

 Paços Negros (2008/2009;2009/2010) - Futsal

Vitória Clube de Santarém (2010/2011) – Futsal

AEFMH-Associação Estudantes da Faculdade de Motricidade Humana (2009-2013)

União Sociedade 1º de Dezembro (2011/2012) - Futebol 11

Académica de Coimbra (2013/2014) - Futsal

Selecção distrital:

Futebol 7 Distrito de Santarém (dos 13 -17 anos)

Futsal – Distrito de Santarém (aos 17 e 18 anos)

Palmarés:

Vencedora do Campeonato da 2ºdivisao de Santarém, pelo clube Paços Negros; Época de 2008/2009;

Campeã Nacional de Futebol 11, pelo Clube União Sociedade 1º de Dezembro, Época de 2011/2012.

Campeã da Taça de Portugal, pelo Clube União Sociedade 1º de Dezembro, Época de 2011/2012.


Campeã do Campeonato ADELS (Associação Desportiva do Ensino Superior de Lisboa), pela AEFMH, nas épocas de 2009/2010;2010/2011, 201272013.


ARCA: Que percurso efectuas-te no futsal até aos dias de hoje e o que te levou a escolher esta modalidade?
Rita Almeida: O meu percurso começou muito nova com o futebol 7, e quando a atingi a idade limite para jogar aos 13 anos tive de sair do Núcleo Sportinguista de Rio Maior e ir à procura de uma nova equipa para poder continuar a jogar. Na minha cidade o que tinha mais próximo era uma equipa de Futsal feminino Sénior, que disputava o campeonato distrital zona norte de Santarém, o Alcobertas futebol clube. Nessa altura o futsal para mim e o desporto era o meio de poder fazer algo que gostava ao mesmo tempo que convivia com um grupo de colegas, todas, elas mais velhas e tinha oportunidade de quinze em quinze dias poder conhecer novos sítios. Com a mudança de escola secundária e o término do antigo clube, comecei a jogar no clube Paços Negros, duas épocas sendo que com a entrada para a faculdade a segunda época não estive tão presente. No segundo ano de Faculdade entrei para o Vitoria Clube de Santarém, clube pelo qual só fiz uma época pois estando a estudar em Lisboa só conseguia treinar à sexta, e na altura não me fazia sentido jogar mais uma época sem conseguir evoluir na minha condição física. Por esse motivo procurei um clube em Lisboa, e foi para ao 1º de Dezembro, quase por brincadeira, pois apenas conhecia a treinador da equipa sub-19, acabei por ficar no plantel e foi o ano duro em termos físicos, tanto pelo ritmo exigido, como em termos psicológicos na integração do plantel, não abandonei a equipa porque assumi interiormente um compromisso e o desafio de pertencer à equipa no seu colectivo e na ajuda pela união do mesmo. O objectivo foi conseguido e foi um ano muito importante, tanto de aprendizagem futebolística e das dinâmicas que abordam tudo o que não é visível no futebol (a auto-estima, a entreajuda, o espirito, a liderança, os papeis sociais nas equipas). No meu último ano a estudar em Lisboa continuei apenas na equipa de Faculdade de forma a poder realizar algo de que tanto gostava, jogar.
Neste presente ano integrei o plantei, da equipa da Académica de Coimbra, um pouco ao acaso, pois uma vez que a minha vida profissional se mudou para cá, e poucas pessoas conhecia em Coimbra procurei uma equipa onde me pudesse fazer algo que gostava, conhecesse mais pessoas e acima de tudo onde me pudesse divertir, mas com o objectivo apenas de treinar. O convite surgiu para fazer parte da equipa num nível competitivo e não pode deixar de aceitar uma vez que esta é uma das minhas paixões.


ARCA: Como surgiu o gosto pelo futsal?
Rita Almeida: O gosto pelo futsal foi se construindo, gosto muito de jogar Futebol 7, mais uma vez que não foi possível, o futsal foi ganhando espaço, foi aprendendo algum conhecimento teórico, pela facto de ter a sorte de contactar com diversos treinadores e sistema tácticos diferentes e foi me apaixonando pelo o que o trabalho sistemático poderia ajudar a equipa, e como o facto de jogar, torcer e ser um grupo/ uma equipa conseguia obter resultados inesperados fase às individualidades.   

1º Dezembro- Taça de Portugal -> 2011/2012


 ARCA: Há quantos anos praticas esta modalidade?
Rita Almeida: Á cerca de 9 anos.
ARCA: Que experiência tens a nível de selecção distrital?
Rita Almeida: Como já referi anteriormente comecei por ir à Selecção Distrital de Futebol 7, com 13 anos e acompanhei a selecção até aos 17 anos idade, penso que é uma competição muito importante pois numa altura de vida em que se vive a olhar para o umbigo (na adolescência) esta foi a primeira experiencia de vestir a camisola pelo um distrito, com um conjunto de jogadoras quase todas elas rivais no campeonato em que jogava. É uma experiencia que permite o contacto com outra culturas/ formas de ver o Futebol, nos outros distritos e conviver essencialmente durante uma semana.
Na selecção distrital de Futsal os objectivos, já eram um pouco diferentes, as idades também mais adultas, mas mais do que todas as oportunidades que tive para fazer algo de que gosto muito e representar o meu distrito, ficam os momentos de convivência dentro da selecção e entre selecções.

Paço dos Negros 2008/2009

ARCA: Quais são os teus objectivos nesta modalidade?
Rita Almeida: Aprender a cada dia que passa nas duas perspectivas como pessoa, e como jogadora. Sempre que tenha oportunidade procurar ajudar as minhas colegas de equipa, dentro de campo a dar o melhor de mim e partilhar saberes, saber ouvir e saber explicar/ajudar.
ARCA: Qual a tua opinião sobre o Campeonato Distrital da AFC?
Rita Almeida: É para mim um campeonato novo e interessante, como não conheço jogadoras e equipas, encaro cada jogo, cada jogadora com respeito. É um Campeonato interessante e penso que de alguma forma equilibrada em dois polos como se começa a verificar na tabela classificativa.

Selecção Distrital de Santarém de Futsal: - Convívio com as selecções de Braga e Aveiro - 2008 

ARCA: O que tens a dizer sobre a realização do Torneio Inter-Associações e o 1º Campeonato Nacional?
Rita Almeida: Não é algo que tenha acompanhado muito de perto, mas como já referi anteriormente os torneiros de associações são muito importantes para ajudar a formar jogadores tanto num plano competitivo, como num plano relacional. No que diz respeito ao 1º campeonato Nacional, veio permitir equilibrar os níveis das competições, o que por si só, melhorará a competição e a emoção dos jogos. Para as jogadoras e equipas, é criada uma oportunidade para evoluir uma vez que o limiar de exigências é bastante e  torna-se mais consistente pelo equilíbrio das equipas no campeonato.

Selecção Distrital Santarém Fut7 - 2005

ARCA: Como vês o futsal feminino em Portugal?
Rita Almeida: É uma modalidade que se encontra a crescer, à medida que vão mudando as mentalidades na nossa sociedade, o que me traz bastante felicidade, ao ver cada vez mais mulheres, e cada vez mais novas, a jogar, pois no meu tempo, quando iniciei a minha “carreira desportiva” não foi fácil essa aceitação.
Penso que ainda existem algumas lacunas, no que diz respeito ao conhecimento e ensino táctico e dos modelos de jogo, mas também estamos numa fase de transição onde já existem algum investimento por parte dos treinadores na sua formação.  
ARCA: Por fim gostarias de deixar algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal Feminino em Coimbra?
Rita Almeida: Queria em primeiro lugar agradecer o convite, e agradecer à ARCA pelo investimento nesta área e pelo trabalho que tem realizado, proporcionando a partilha de experiencia e divulgação do campeonato. Quanto aos seguidores do blog, e amantes desta modalidade faço o convite, para virem assistir aos jogos do clube por quem torcem e faço aqui o apelo também pela minha equipa a Académica de Coimbra, uma vez que vocês também são peças fulcrais, e em muito contribuem para o espectáculo do Futsal. 










Em nome do Blog ARCA - FUTSAL FEMININO EM COIMBRA queremos agradecer-lhe por se ter encontrado disponível para dar o seu contributo em prol do Futsal Feminino, em particular ao praticado no Distrito de Coimbra

Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos
































segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Taça Distrital 2ª Eliminatória - Sorteio


29-01-2014


Penelense - Chelo

Ribeirense - Santa Clara


Serpinense - Tabuense


Académica SF - Vilarinho 




domingo, 12 de janeiro de 2014

Lista Melhores Marcadoras Campeonato Nacional - Ourentã


6Golos


Vera Tinoco
Juliana Lucas
_______________

5Golos

Catarina Salomé 
Vera Tinoco
Juliana Lucas
______________

4Golos

Carina Coelho
_____________

2Golos

Rita Leal
Jéssica Silva
Adriana Valente 



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Entrevista à atleta Cláudia Santos (Tabuense)




DNA

Nome: Cláudia Filipa Costa Santos

Clubes: Grupo Desportivo Tabuense

Selecção distrital:

Palmarés:

ARCA: Como surgiu o gosto pelo futsal?
Cláudia Santos: Pergunta difícil. Desde miúda que sou uma adepta de futebol e de futsal, muito por causa do meu pai, fui habituada a ir assistir aos jogos dele e acabei por ficar com um certo bichinho comigo. São duas modalidades incríveis, exigem muito fisicamente e psicologicamente. O mais fantástico é que pudemos sempre desafiar as nossas capacidades e aumentá-las. Não se para de crescer...e assim que surgiu a oportunidade de poder jogar pelo meu concelho graças a força de vontade das nossas jogadoras e do incentivo e apoio do nosso clube (Tabuense), aproveitei-a. Estou muito grata a todos pela oportunidade de poder jogar. O futsal já faz parte de mim.

ARCA: Que percurso efectuas-te no futsal até aos dias de hoje?
Cláudia Santos: O meu percurso começou apenas nesta época.

ARCA: Há quantos anos praticas esta modalidade?
Cláudia Santos: Este é o meu primeiro ano, espero ter muitos mais pela frente.

ARCA: Que experiência tens a nível de selecção distrital?
Cláudia Santos: Não tenho qualquer tipo de experiência.

ARCA: O que te levou a escolher esta modalidade?
Cláudia Santos: A minha ideia inicial era fazer parte de uma equipa de futebol, mas devido a algumas dificuldades não foi possível. O meu clube então sugeriu criar uma equipa de Futsal Feminino, pois algumas raparigas (incluindo eu e colegas de equipa atuais) desejávamos mesmo poder fazer parte de algo, jogar realmente numa competição, ter tanta oportunidade de mostrar o que valíamos como os outros e deram-nos realmente essa oportunidade. Não foi fácil de início, tive algumas dificuldades a adaptar-me a maneira de jogar, só tinha jogado futebol até lá, mas a verdade é que fiquei a adorar. Nunca pensei. É o meu primeiro ano, tenho muito a melhorar, mas tenho uma equipa fantástica, desde os nossos técnicos, às jogadoras.

Tabuense 2013/214

ARCA: Quais são os teus objectivos nesta modalidade?
Cláudia Santos: Só estou focada em melhorar. Eu e a minha equipa...todas queremos crescer muito mais. Temos objectivos como é óbvio, entre os quais ter os melhores resultados possíveis e chegarmos ao final da época bem classificadas. Só quero contribuir para isso, e é fantástico ver o quanto já conseguimos, é um grande orgulho. 

ARCA: Qual a tua opinião sobre o Campeonato Distrital da AFC?
Cláudia Santos: Como é o meu primeiro ano não me posso dar ao luxo de fazer comparações com anos anteriores, mas posso dar a minha opinião em relação ao que já tive a oportunidade de ver e viver. Há várias equipas que tem imenso talento e uma grande qualidade, entre as quais o Serpins, Santa-Clara, e Vilarinho. Em relação ao Campeonato no geral nota-se que a equipas mais fracas e outras mais fortes, o que pode causar grandes diferenças nos resultados, mas não é por isso que se pode baixar os braços. Todas aprendemos umas com as outras. E há que aprender a lidar com as derrotas e com as vitórias e em relação a isso, tenho mesmo muito orgulho na minha equipa. Só quero acrescentar que temos um campeonato distrital cheio de grandes jogadoras e que isso deveria ser mais valorizado, seja em equipas pequenas ou grandes.

ARCA: O que tens a dizer sobre a realização do Torneio Inter-Associações e o 1º Campeonato Nacional?
Cláudia Santos: O Torneio Inter-Associações dá-nos a experiência de poder jogar com equipas de nível competitivo muito maior, o que só nos ajuda a melhorar. Em relação ao 1º Campeonato Nacional não poderia ficar mais feliz, é com muito orgulho que vejo a aposta na evolução das equipas de futsal femininas, não tenho dúvidas que nos vai permitir evoluir muito mais. O Futsal Feminino estava a precisar disto.
 
Tabuense 2013/214
ARCA: Como vês o futsal feminino em Portugal?
Cláudia Santos: Penso que apenas ultimamente é que se tem dado algum valor ao futsal feminino em Portugal, e continua a estar um pouco longe do verdadeiro. A nossa Federação deveria fornecer muitos mais apoios e maior divulgação. Não é só a competição masculina que pode dar glórias e conquistas ao país.
Tem que se aproveitar o talento jovem, e apostar na formação. Deveria ser criado um campeonato feminino de juniores, o que se iria contribuir na evolução de qualidade que temos actualmente e trazer ainda mais jogadoras para a competição. Acredito que com dedicação o futsal feminino pode evoluir cada vez mais, ganhando assim mais adeptos e apoios.


ARCA: Por fim gostarias de deixar algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal Feminino em Coimbra?
Cláudia Santos: Antes de mais quero agradecer ao blog pela oportunidade e por todo o trabalho e tempo dedicado a divulgação do Futsal Feminino em Coimbra. Tem feito um excelente trabalho e desejo que assim continuem.
Aos seguidores do blog, tenho a dizer que continuem a acreditar no futsal feminino e façam os possíveis para poderem assistir aos jogos, o apoio é mesmo muito importante. As ou aos que querem fazer parte desta competição, quero dizer que nunca podem desistir de acreditar, tudo é possível. A minha equipa e eu começamos do 0 e nunca desistimos apesar das dificuldades, assim como outras... A paixão pelo que se faz e a força de vontade prevalece sempre!!

Saudações Desportivas a todos! 







Em nome do Blog ARCA - FUTSAL FEMININO EM COIMBRA queremos agradecer-lhe por se ter encontrado disponível para dar o seu contributo em prol do Futsal Feminino, em particular ao praticado no Distrito de Coimbra

Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos