Taça de Portugal 2017/2018
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- Taça de Portugal 2ª Eliminatória 2017/2018 - Antevisão -> CD Ourentã vs FC Águias Santa Marta
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> Horário das partidas
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> GDCR Miro vs AD Modicus Sandim (Antevisão)
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> Juventude Desportiva de Gaia vs GD Tabuense (Antevisão)
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> CD Santa Clara vs Clube União 1919 (Antevisão)
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> AD Laranjeiro e Feijó vs NS Condeixa (Antevisão)
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> Academia da Caranguejeira vs AJEDC Tocha (Antevisão)
- Taça de Portugal 1ª Eliminatória -> CD Ourentã vs Pregança do Mar (Antevisão)
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
21ª Jornada - Divisão de Honra -> Futsal Feminino
01-02-2014
16:00 SC Ribeirense 0 - 8 AD Serpinense
Marcadoras Serpinense: Mafalda (4) , Liane (2) , Diana , Cristina
16:00 Granja Ulmeiro 1 - 2 CDR Penelense
Marcadoras Granja Ulmeiro: Inês Vitória
Marcadoras Penelense: Rita Simões, Tânia
16:00 GD Tabuense 1 - 4 Académica Coimbra/ SF
Marcadoras GD Tabuense: Jacinta
Marcadoras Académica Coimbra/SF: Márcia Magalhães (3), Anadize
16:00 UC Chelo 5 - 0 GR Casal
Marcadoras Chelo : Bruna Vilas (2) , Inês Silva (2) , Cátia Marques
16:00 SC Conimbricense 3 - 2 CA Gândaras
Marcadoras SC Conimbricense: Ana Castro (2), Adriana
Marcadoras CA Gândaras: Mónica, Jacy
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Entrevista à atleta Jacinta Rodrigues (Gândaras)
DNA
Nome: Jacinta Maria dos Santos Rodrigues
Clubes: Futebol 11: C.A.Gândaras, SM
Murtoense
Futebol 7: AAC
Futsal: CDR Penelense, SC Ribeirense, C.A.Gândaras
Selecção distrital:
Palmarés: 1º Lugar no Campeonato Distrital de Aveiro no ano
2007/2008
Finalista Vencida na Taça Distrital de Aveiro
no ano 2007/2008
1º Lugar no Campeonato Nacional Universitário
2011
8º Lugar no Campeonato Europeu Universitário
em 2011
ARCA: Como
surgiu o gosto pelo futsal?
Jacinta
Rodrigues: O gosto pelo futebol
surgiu de forma natural. Desde que me lembro sempre gostei de ver e jogar
futebol e o meu pai levava-me sempre para ver qualquer jogo a que fosse. Na
escola sempre gostei bastante de jogar entre os rapazes e já na altura havia
algumas raparigas que me acompanhavam e que mais tarde foram a alavanca para
entrar numa equipa federada. Os meus 13 anos na altura impossibilitaram-me de
ser inscrita numa equipa de futsal, estão surgiu a oportunidade de entrar para
o futebol de 11, e foi assim que comecei a prática desta modalidade tão
apaixonante.
ARCA: Que
percurso efectuas-te no futsal até aos dias de hoje?
Jacinta
Rodrigues: O meu primeiro clube de
futsal foi no SC Ribeirense, onde estive um ano desportivo. De seguida,
transitei para o CDR Penelense, por motivos profissionais era o único clube que
reunia as condições para conseguir conciliar as duas coisas e por fim o
C.A.Gândaras, na qual já estou ligada há muitos anos (como treinadora e
jogadora) e fui em certa parte uma das grandes impulsionadoras para a formação
desta equipa.
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| CA Gândaras 2013-2014 |
ARCA: Há quantos
anos praticas esta modalidade?
Jacinta
Rodrigues: Este ano será o
terceiro ano de futsal. Contudo, comecei a jogar futebol de 11 com 13 anos.
ARCA: O que te
levou a escolher esta modalidade?
Jacinta
Rodrigues: Como referi anteriormente,
penso que foi o gosto natural pela modalidade associada à oportunidade que tive
de treinar numa equipa federada. Contudo tenho que ser sincera, sempre joguei
futebol de 11 e era a minha grande paixão, ate que a equipa onde jogava
terminou e deixei de jogar por um ano. Com a minha entrada na equipa
universitária, no final do campeonato, surgiu o convite para treinar futsal, na
qual aceitei, na expetativa de experimentar e aprender um pouco mais. Acabei
por me apaixonar pelo futsal e neste momento vivo cada segundo com a
intensidade máxima e não consigo tomar uma posição sobre qual gosto mais.
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| Acádemica de Coimbra -> 1º Lugar Campeonato Universitário - Na foto a atleta entrevistada está na fila debaixo é a 3ª da esquerda para a direita |
ARCA: Quais são
os teus objetivos nesta modalidade?
Jacinta
Rodrigues: Os meus objetivos
individuais são sem dúvida conseguir aprender e evoluir cada vez mais como
atleta e como pessoa. Tentar ainda levar o clube que represento um pouco mais
além, embora seja uma equipa que “nasceu” agora, penso que com as pessoas que
estão envolvidas neste projeto podemos alcançar muitas coisas boas. Aproveito
para agradecer publicamente todos os esforços e todo o companheirismo que
atletas, treinador, massagistas, direção, presidente, familiares, namorados/maridos,
amigos, sócios e simpatizantes do clube, têm feito por nós e todo o apoio
incondicional que nos têm dado com tanto carinho.
ARCA: Qual a tua
opinião sobre o Campeonato Distrital da AFC?
Jacinta
Rodrigues: Em primeiro lugar o
facto de o número de equipas inscritas no nosso campeonato ter aumentado já é
um fator bastante positivo. Embora seja um campeonato um pouco desequilibrado
por haver equipas a vários níveis, é também desvantajoso pela falta de
competitividade e pelos resultados algumas vezes “exagerados”, por outro lado é
muito importante que todas as equipas seja a que nível estejam inicialmente,
apareçam. E que ao longo da época e/ou épocas desportivas trabalhem, melhorem e
evoluam construindo assim equipas com alguma, senão mesmo, com muita qualidade.
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ARCA: O que tens
a dizer sobre a realização do Torneio Inter-Associações e o 1º Campeonato
Nacional?
Jacinta Rodrigues:
Penso que são duas competições
bastante importantes, o torneio inter-associações permite a muitas atletas um
nível de competição talvez mais elevado do que estão habituadas e dentro do seu
escalão etário. O campeonato nacional pelas mesmas razões torna-se bastante
motivador para uma equipa campeã distrital, poder disputar um campeonato
nacional, com um nível de exigência superior. Penso que é uma recompensa para o
trabalho de todos os envolvidos dessa equipa no final de uma época de bastante
trabalho, dedicação, esforço e suor. Relativamente ao campeonato nacional penso
que apareceu um bocadinho tarde mas é de valorizar o facto de o mesmo ter
aparecido.
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ARCA: Como vês o
futsal feminino em Portugal?
Jacinta
Rodrigues: O futsal feminino em
Portugal evoluiu bastante ao longo dos últimos anos. Há uns anos atrás nem se
ouvia falar de raparigas a jogarem futebol/futsal. Contudo, existem lacunas
bastante grandes e graves que muitas vezes levam a desmotivação e até mesmo ao
abandono da prática desportiva desta modalidade. Uma das maiores lacunas do
futsal feminino é a falta de competitividade nos vários escalões antecedentes
ao escalão seniores para equipas femininas. O mais recorrente é integrar
atletas juvenis e juniores em equipas seniores “queimando” assim etapas de
formação importantíssimas na formação do jovem atleta.
Do conhecimento que tenho, atletas femininas podem
integrar em equipas masculinas até ao escalão de iniciados (em futebol de 7 e
futebol de 11), ou seja jogam até aos 14 anos e têm de esperar até aos seus 16
anos para poderem integrar numa equipa feminina sénior de futsal. São dois anos
preponderantes no desenvolvimento destas atletas que ficam para trás, ou pura e
simplesmente desistem do futsal e começam a praticar uma modalidade onde possam
jogar no escalão adequado, e assim se perdem futuras atletas com potencial.
Como já foi referido em algumas entrevistas a outras
atletas, e que estou perfeitamente de acordo, penso que a associação tem que
criar mais condições para estes escalões, passa principalmente por uma
competição para o mesmo, ações de formação para os clubes, divulgando este
problema e transmitindo possíveis soluções, e ainda utilizar a escola e o
desporto escolar para a divulgação do mesmo e até mesmo como um “motor de
arranque” para esta possível competição. Hoje em dia, o desporto escolar em
futsal feminino tem aumentado bastante e seria uma excelente oportunidade a
aproveitar.
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CA Gândaras 2013/2014 -
|
ARCA: Por fim
gostarias de deixar algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal
Feminino em Coimbra?
Jacinta
Rodrigues: Gostaria de deixar uma
palavra de agradecimento a todos os colaboradores e seguidores do blog, que de
várias formas ajudam a divulgar o futsal feminino. Continuem a estar presentes
nos pavilhões e tragam amigos e familiares, enchendo o palco de grandes jogos
que decorrem no nosso campeonato, enaltecendo assim o trabalho de uma equipa e
de todos aqueles que trabalham por detrás da mesma.
Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Taça Distrital 2ª Eliminatória
29-01-2014
21H CDR Penelense 3-1 União Chelo
Marcadoras Penelense: Xana (2) , Tânia
Marcadora Chelo: Inês
21H Serpinense 8-1 GD Tabuense
Marcadoras Serpinense: Liane (3) , Cristina (2) , Beatriz (2) . Mafalda
Marcadora Tabuense: Catarina
21H SC Ribeirense 0-8 CF Santa Clara
Marcadoras Santa Clara: Camila (4), Mariana R (2), Lia, Joana
21H Académica de Coimbra SF/ 1-2 AC Vilarinho
Marcadora Académica: Márcia Magalhães
Marcadoras Vilarinho: Mariana, Marisa
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Entrevista à atleta Constança Marques (Tabuense)
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DNA
Nome:
Constança
Messias Marques
Clubes:
A. D. Lagares da Beira; F.C. Oliveira do Hospital; CRC Quinta dos Lombos; GD
Tabuense.
Selecção
distrital: Sim.
Palmarés:
-
Vice-campeã
nacional Inter- Associações de sub-19 pela Associação de Futebol de Coimbra (2009-2010)
-
Campeã de futsal
da 2ª Divisão de Lisboa pelo Centro Recreativo e Cultural Quinta dos Lombos
(2010-2011)
-
Finalista
da taça da AF Lisboa pelo Centro Recreativo e Cultural Quinta dos Lombos
(2011-2012)
-
Vice Campeã
de futsal da 2ª Divisão de Lisboa pelo Centro Recreativo e Cultural Quinta dos
Lombos (2011- 2012)
-
Campeã de futsal
da 2ª Divisão de Lisboa pelo Centro Recreativo e Cultural Quinta dos Lombos
(2012-2013)
-
Campeã nos
campeonatos universitários de Lisboa pela FMH (2010-2011)
-
Campeã nos
campeonatos universitários de Lisboa pela FMH (2012-2013)
ARCA: Como surgiu o gosto pelo
futsal?
Constança Messias:
Desde criança. Na escola passava os intervalos a jogar à bola e integrava a
equipa de desporto escolar. Mais tarde, quando tinha 15 anos, tive a sorte de
formarem uma equipa de futsal na minha terra (Lagares da Beira) e o gosto foi
crescendo.
ARCA: Que percurso efectuas-te no
futsal até aos dias de hoje?
Constança Messias: Como
já referi anteriormente, comecei a jogar à bola na escola. Com 15 anos de idade
integrei a equipa da Associação Desportiva de Lagares da Beira onde permaneci
durante duas épocas. Quando esta equipa acabou, formaram equipa de futsal
feminino em Oliveira do Hospital onde estive dois anos. No ano seguinte entrei
para a Faculdade de Motricidade Humana em Lisboa e fui jogar para um clube que
aposta muito na formação de novas jogadoras (com escalões de juvenis e juniores)
e realmente importante na minha evolução enquanto jogadora, o CRC Quinta dos
Lombos. Na presente época represento o GD Tabuense (que formou equipa pela
primeira vez este ano) equipa que se encontra num processo de evolução...
Espero, realmente, que o clube mantenha esta aposta no futsal feminino, não só
no escalão sénior, mas também em escalões de formação.
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ARCA: Há quantos anos praticas esta
modalidade?
Constança Messias: Futsal
federado há sete anos.
ARCA:
Que experiência tens a nível de selecção
distrital?
Constança Messias: Foi
uma experiência curta. Em 2009, quando representava o FCOH, tive a sorte de ser
chamada pelo treinador João Filipe para os treinos da seleção distrital de Coimbra
(sub-19) e depois, de integrar um grupo com muita qualidade, na fase final do
torneio de inter-associações, onde fomos vice-campeãs nacionais.
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ARCA: O que te levou a escolher
esta modalidade?
Constança Messias: Desde
muito cedo sempre adorei desporto e sempre pratiquei inúmeros desportos. Fui
federada em ténis alguns anos, treinava em Coimbra, onde fomos vice campeãs
nacionais por equipas, e depois quando surgiu a equipa de Lagares, cheguei a
praticar ténis e futsal ao mesmo tempo. Mas depois tive mesmo de optar por um
desporto, e escolhi o futsal.
ARCA: Quais são os teus objectivos
nesta modalidade?
Constança Messias: Para além de manter a forma física, os objetivos são sempre os mesmos: evoluir e ajudar a minha equipa a alcançar os melhores resultados possíveis.
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ARCA: Qual a tua opinião sobre o
Campeonato Distrital da AFC?
Constança Messias: Sou
um pouco suspeita para responder a esta pergunta. Depois de participar três
anos consecutivos no campeonato de Lisboa, onde residem algumas das equipas
mais importantes a nível nacional, penso que o campeonato e equipas de Coimbra
têm muito para evoluir. E esta evolução passa pela presença de mais equipas, e,
essencialmente, pela formação.
ARCA: O que tens a dizer sobre a
realização do Torneio Inter- Associações e o 1º Campeonato Nacional?
Constança Messias: Relativamente
ao primeiro, penso que é um fator de motivação extra para todas as jogadoras
que são chamadas às respetivas seleções, e claro, uma forma de evolução das
mesmas, devido ao nível de jogo ser mais elevado, quando se defrontam as
melhores jogadoras de cada seleção distrital. Para as que não são chamadas,
penso que é também um fator motivacional, visto que, têm um objetivo extra para
continuar a melhorar em cada treino/jogo. Relativamente ao campeonato Nacional
é realmente um passo muito importante para a evolução e visibilidade do Futsal
Feminino em Portugal.
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| Tabuense 2013/2014 - Na foto a atleta entrevistada está na fila de cima é a 5ª a contar da esquerda para a direita |
ARCA: Como vês o futsal feminino em
Portugal?
Constança Messias: Nos
últimos anos tenho visto uma evolução considerável em Portugal devido a vários
fatores: o ressurgimento da seleção Nacional feminina, o aparecimento do campeonato Nacional e a
aposta de cada vez mais clubes no futsal feminino a nível regional. No entanto,
ainda vivemos num país onde o futsal feminino não é devidamente apoiado, um
exemplo disso foi a pouquíssima enfâse que foi dada à participação da nossa
seleção Nacional Feminina no Mundial 2013 em Espanha, onde conseguimos um
notável 4º lugar e no ano anterior onde conseguimos ser vice campeãs do mundo
(a jogar em casa), brilhantemente.
ARCA: Por fim gostarias de deixar
algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal Feminino em Coimbra?
Constança Messias: Primeiramente,
gostaria de agradecer ao ARCA por esta iniciativa e por promover o futsal
feminino. Em segundo lugar gostaria que todos olhassem para o futsal feminino
com grande respeito, pois temos grandes talentos que merecem ser apoiados. Isto
com o objetivo de um dia, o futsal feminino deixe de ser descriminado e passe a
ser profissionalizado tal como acontece com futsal masculino. Obrigada.
Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Campeonato Nacional Futsal Feminino-> 11ª Jornada
25-01-2014
16:30 SR ESTRELAS FEIJO 6-3 CLUBE DE OURENTA
17:00 PADERNENSE CLUBE 1-6 CR GOLPILHEIRA
Marcadoras Ourentã: Catarina Salomé Pisco , Vera Tinoco , Juliana Lucas
19:00 A.C.R.D. LOURIÇAL 3-1 QUINTA LOMBOS
Marcadoras Ourentã: Catarina Salomé Pisco , Vera Tinoco , Juliana Lucas
19:00 A.C.R.D. LOURIÇAL 3-1 QUINTA LOMBOS
20ª Jornada - Divisão de Honra -> Futsal Feminino
25-01-2014
16:00 AD Serpinense 6-1 AJED Tocha
Marcadoras Serpinense: Cristina (2) , Mafalda (2) , Diana , Liane
Marcadora Tocha: Patty
18:00 CF Santa Clara - Granja Ulmeiro (ADIADO)
* Aos 11 minutos estava 1-0
18:00 AC Vilarinho 11-2 GD Tabuense
Marcadoras Vilarinho: Rute (3) , Tifani (2) , Mariana (2) , Marisa , Paula , Ângela , Auto-Golo
Marcadora Tabuense: Susana , Inês Lopes
18:00 CA Gândaras 1-0 UC Chelo
Marcadora Gândaras: Joana Marta
18:00 Académica Coimbra/ SF 5-1 SC Ribeirense
Marcadoras Académica: Márcia (3) , Anadize , Galinha
Marcadora Ribeirense: Filipa Coimbra
26-01-2014
17:00 SC Conimbricense - CDR Penelense (ADIADO)
05-02-2014
20:00 SC Conimbricense 6-1 CDR Penelense
Marcadoras Conimbricense: Andreia (3) , Sofia , Madalena , Auto-Golo
Marcadora Penelense: Tânia Luís
18-02-2014
21:00 CF Santa Clara 7-2 Granja Ulmeiro
Marcadoras Santa Clara: Luísa (2) , Camila (2) , Sandra O (2) , Lia
Marcadoras Granja Ulmeiro: Cátia Berardo , Inês Vitória
Folga: GR Casal
Link para ver a Lista das Melhores Marcadoras:
http://arcafutsalfemininoemcoimbra.blogspot.pt/2013/12/lista-de-melhores-marcadoras-parte-ii.html
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Entrevista à atleta Vânia Ribero (União Chelo)
DNA
Nome: Vânia
Ribeiro
Clubes:
G. R. Casal (2012/2013)
U. P. C. Chelo
(2013/2014)
ARCA: Como
surgiu o gosto pelo futsal?
Vânia Ribeiro: Quando eu era miúda, o meu pai era jogador de
futebol, futsal e treinador. Sempre o acompanhei para os jogos, tendo criado um
grande gosto pelo desporto em geral, mas especialmente por estas duas
modalidades.
Na escola preferia jogar à bola com os rapazes do
que brincar com as outras raparigas e sempre que tínhamos tarde livre
costumávamos ir jogar à bola para o campo. Talvez o meu pai seja o verdadeiro
culpado, no bom sentido, por este gosto que criei ao longo dos anos.
Na escola frequentei o futsal no desporto escolar,
mas até ao ano passado não tinha nenhuma equipa perto na qual pudesse integrar,
e onde pudesse aprender mais e começar a competir.
ARCA: Que
percurso efectuas-te no futsal até aos dias de hoje?
Vânia Ribeiro: O meu percurso no futsal é muito curto, visto que
estou a fazer a segunda época na competição.
ARCA: Há quantos
anos praticas esta modalidade?
Vânia Ribeiro: Há cerca de ano e meio.
ARCA: O que te
levou a escolher esta modalidade?
Vânia Ribeiro: Sempre gostei de desporto e, em especial, de jogar
à bola. Contudo, a nível feminino, não havia nenhuma modalidade perto da minha
localidade. No ano passado surgiu essa oportunidade e aproveitei-a para fazer
algo que realmente gosto. Para além disso, adoro o espírito de equipa que ele
me transmite. É apenas o meu segundo ano e sei que tenho muito a melhorar e
aprender, mas tenho uma equipa, directores e treinador fantásticos que nos dão
todo o apoio que precisamos.
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| União Chelo 2013/2014 - Na foto a atleta entrevistada está na ponta com o colete na mão |
ARCA: Quais são
os teus objectivos nesta modalidade?
Vânia Ribeiro: Diria simplesmente que ser atleta é uma forma de
descobrir quem somos e até que limite podemos chegar. É aprender a superar os
medos, receios, fraquezas, mas sobretudo, aprender que em nós poderá existir a
força necessária para alcançar o que queremos.
O atleta compete para equilibrar o corpo, a mente e
o espírito, utilizando toda a sua paixão e prazer em tudo aquilo que faz para
conseguir atingir os seus objectivos.
Para mim ser atleta é ser desafiante, é estar na
vida para viver todos os segundos de forma intensa. É construir, é recriar, é
partilhar e, mesmo sem fôlego, poder gritar bem alto o que nos vai na alma e
ter o sentimento de dever cumprido.
E, por isso, os meus objectivos enquanto atleta
desta modalidade são aprender e melhorar cada vez mais, evoluir como jogadora e
também como pessoa, dando o meu melhor em campo, trabalhando em equipa e nos
treinos e honrando o meu clube.
ARCA: Qual a tua
opinião sobre o Campeonato Distrital da AFC?
Vânia Ribeiro: Não tendo grande experiência, apenas posso falar
das últimas duas épocas. Esta época, o número de equipas aumentou, sendo
importante manter essa tendência, para que o futsal feminino consiga evoluir a
nível distrital. Penso que, apesar da enorme diferença entre as pontuações
entre os primeiros e os últimos classificados, há uma maior competitividade
comparativamente ao ano passado.
Em relação ao Campeonato no geral nota-se que há
equipas mais fracas e outras mais fortes, o que pode causar grandes diferenças
nos resultados, mas não é por isso que se pode baixar os braços. Todas
aprendemos umas com as outras e são os erros que nos ajudam a evoluir.
Acho que está a existir uma evolução no Campeonato
Distrital da AFC. Contudo, não concordo com os jogos há quarta-feira, penso que
seria preferível alongar um pouco mais o campeonato.
ARCA: O que tens
a dizer sobre a realização do Torneio Inter-Associações e o 1º Campeonato
Nacional?
Vânia Ribeiro: Sem dúvida que o Inter- Associações e o Campeonato
Nacional são competições que juntam o que de melhor há no país ao nível do
futsal feminino, e que fazem as atletas e as próprias equipas evoluir ainda
mais.
O Torneio Inter-Associações é importante para a
formação das atletas, para lhes dar uma experiência competitiva de elevado valor.
Relativamente ao 1º campeonato Nacional, foi uma
óptima iniciativa, que permitiu levar o nome de Coimbra mais longe e mostrar
alguns talentos promissores do nosso campeonato. Permitiu equilibrar o nível
competitivo, o que por si só, melhorará a competição e a emoção dos jogos.
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| União Chelo 2013/2014 Na foto a atleta entrevistada está na fila de cima , da esquerda para a direita, a quarta atleta |
ARCA: Como vês o
futsal feminino em Portugal?
Vânia Ribeiro: Penso que Portugal é um país que não dá muito valor
ao futsal, quer feminino quer masculino. Contudo, o futsal feminino é ainda
mais desvalorizado, uma vez que muitas pessoas continuam com a mentalidade de
que desporto é apenas para rapazes.
Embora ainda haja esta desvalorização do futsal
feminino em Portugal, é de notar que a realização do III Torneio Mundial Futsal
Feminino 2012 ter sido em Portugal, contribui para um avanço na mentalidade das
pessoas e da divulgação do futsal feminino em Portugal.
De modo a que ocorra uma evolução da modalidade,
deveriam existir competições para os escalões de juvenis e juniores nas várias
associações distritais. Tem que se aproveitar o talento jovem, apostando na
formação.
ARCA: Por fim
gostarias de deixar algumas palavras aos seguidores do blog ARCA – Futsal
Feminino em Coimbra?
Vânia Ribeiro: Quanto aos
seguidores do blog, e amantes desta modalidade, faço um apelo para que
acompanhem as equipas, das quais são adeptos, fazendo o possível para assistir
aos jogos, dando assim o seu apoio.
Por último, gostaria de agradecer o convite. Queria,
também, agradecer à ARCA pelo investimento nesta área e pelo trabalho que tem
realizado, proporcionando a partilha de experiências e divulgação do campeonato
tanto distrital como nacional. Parabéns e que continuem a fazer um óptimo
trabalho!
Entrevista efetuada pela colaboradora Ana Rita Santos
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